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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

a busca pelo reconhecimento

Não é fácil percorrer o caminho do reconhecimento profissional, seja qual for a sua profissão. A difícil tarefa de ter seu trabalho reconhecido, por vezes, deixa marcas profundas naqueles que não sabem lidar com o descaso com que é tratado o seu trabalho.



Transportando esta situação para a arte, esse quadro fica muito mais claro, pois, quantos atores, atrizes, músicos, diretores, dramaturgos, bailarinos, suam a camisa para mostrar sua arte e não recebem nem os aplausos que seus trabalhos merecem?



É óbvio, que não é apenas a satisfação pessoal que alimenta a vida do artista, um mínimo de reconhecimento também é o objetivo. Pois, qual seria o sentido de fazer e mostrar a sua arte para ninguém? Quem se mostra, quer agradar alguém e espera que esse alguém o retribua um mínimo de reconhecimento.



A indústria do entretenimento deixou de dar o devido valor ao artista de verdade. A principal matéria prima que movimenta a roda dessa indústria, por vezes, é tratada com casca e tudo. E o pior: aspirantes a celebridades recebem mais consideração do que quem passa horas e horas ensaiando o seu espetáculo, o seu show, escrevendo seu texto ou ensaiando sua dança.



O quadro se mostra cada vez mais trágico e desanimador. Cada vez mais, o artista recebe apenas tapinhas nas costas e de quando em quando, recebe “um parabéns” pelo seu trabalho e, olhe lá. E, devem se dar por satisfeitos e plenamente reconhecidos, os que conseguem obter tal consideração.



A busca pelo reconhecimento merece o mesmo empenho e esforço que é dado para excelência de sua arte, porque não é nada fácil ter que ouvir de alguns, quase sempre recalcados, que seu trabalho não vale á pena. Ou simplesmente ter o seu trabalho ignorado. O que é muito pior.



Quem sabe, essa febre de idolatrar os “aspirantes a celebridades”, passe um dia e o artista possa retomar seu lugar na roda que movimenta a indústria do entretenimento. Quem sabe assim, possa obter o devido reconhecimento por sua arte. Enquanto isso, busquemos nós, pobres artistas, o reconhecimento daqueles que acreditam no nosso trabalho.

Escrito por Paulo Sacaldassy
fonte: http://oficinadeteatro.com/artigos/


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terça-feira, 17 de novembro de 2009

teatro castro alves bahia

Atendendo uma antiga reivindicação da classe artística baiana, foi encaminhado à Assembléia Legislativa da Bahia o Projeto de Lei n.º 432 propondo a criação do Teatro Castro Alves em 2 de julho de 1948. A obra foi iniciada em 1957, com o projeto de autoria dos arquitetos Bina Fonyat e Humberto Lopes, que recebeu na ocasião uma menção honrosa na 1ª Bienal de Artes Plásticas de Teatro em São Paulo. Ficou responsável pela obra a construtora Noberto Odebrecht, que entregou oficialmente a obra ao governo no ano seguinte ao início da construção, com inauguração prevista para o dia 14 de julho de 1958. Porém, cinco dias antes do grande evento, na madrugada do dia 09/07/58, o teatro sofreu um trágico incêndio, que destruiu toda a parte eletro-mecânica da maior e melhor casa de espetáculo do Brasil na época.

O tempo passa e a tragédia vai ficando para trás. Começa a reconstrução e o teatro se ergue de novo, recompondo devagar as esperanças destruídas. Depois de nove anos fechado, o TCA foi inaugurado no dia 4 de março de 1967 com alegria e comemorações redobradas. Presença do presidente Castelo Branco e do governador Lomanto Júnior. Espetáculos memoráveis foram realizados no TCA como a realização de um concorrido show com Caetano Veloso e Chico Buarque, que resultou em disco gravado ao vivo, e a histórica apresentação de Caetano e Gilberto Gil na despedida do Brasil antes da partida para o exílio na Inglaterra, nos anos 70.

Em julho de 1989, depois de concerto da Orquestra Sinfônica da Bahia com a participação do Afoxé Filhos de Gandhy, o Teatro fechou para reforma, sendo reinaugurado em julho de 1993. Na noite de abertura, concerto com a Orquestra Sinfônica da Bahia e show dos baianos João Gilberto, Maria Bethania e Gal Costa, que se revezaram no palco durante o espetáculo.



Sala Principal

A Sala Principal do TCA abriga confortavelmente 1.554 espectadores, beneficiados por um sofisticado projeto acústico, cujo detalhamento incluiu até mesmo o material usado na fabricação das poltronas e do carpete. A platéia não tem "ponto morto", isto é, a visibilidade do palco é perfeita de qualquer ponto.
Além disso, a Sala conta com uma grade de programação que inclui espetáculos de dança, música, teatro e ópera.

A Sala do Coro do TCA completa 10 anos
de reinagurada em 2005



Sala do Coro

Palco de divulgação das produções baianas, a Sala do Coro vem contribuindo com o desenvolvimento do teatro local desde junho de 1995. A casa não só abriga espetáculos de profissionais reconhecidos, mas está atenta a incentivar novos artistas. Assim acontece com o Núcleo de Teatro do TCA, que utiliza este espaço para apresentação de suas montagens anuais.
Inaugurada como espaço cênico em 5 de julho de 1978, com a peça Choque, sob a direção de Luciano Diniz, a Sala do Coro selou imediatamente sua parceria com o teatro baiano emergente. Até 1989, quando o TCA foi fechado para reforma, o espaço foi palco das mais importantes criações teatrais do estado. O Curso Livre de Teatro resultou em belas montagens, sempre no local até então ocioso na imensidão do TCA. Durante seis anos, a sala ficou fechada, até que voltou a funcionar em 1995, após sua reforma.

Concha Acústica : espaço de grandes encontros musicais



Concha Acústica

Entregue ao público em julho de 1958, como parte do "Complexo CulturalTeatro Castro Alves", a Concha Acústica desenvolveu algumas atividades antes mesmo do teatro ser inaugurado. De 1958 a 1967, período de reconstrução do TCA, destruído pelo fogo na semana da inauguração, a Concha foi palco de poucos eventos e não teve uma programação sistemática. Os shows começam a se intensificar a partir de 1967. Na década de 70, a Concha se consolida como o grande espaço cultural alternativo de Salvador, com espetáculos que marcaram época na história da Música Popular Brasileira.

Em 1980 foi fechada para nova reforma. A reabertura aconteceu em 1988. Novas obras, até a reabertura em 1991. As últimas mudanças, realizadas em dezembro de 1997, mantiveram a forma de semi-arena ao ar livre. O palco e a parte plana superior da platéia foram cobertos por uma lona especial tensionada, fixada numa estrutura metálica. Assim, o equipamento permite a realização de shows mesmo em período chuvoso. Além disso, foram disponibilizados seis camarotes, com capacidade para 120 pessoas no total.

Para informações sobre a bilheteria do Teatro Castro Alves, você pode dirigir-se:

* ao próprio teatro, de domingo a domingo, das 12:00 às 18:00 para venda antecipada de ingresso ou para venda de ingresso para as programações do dia, até 15 minutos antes do início dos espetáculos, ou atendimento no telefone (71) 3117-4899
* ao SAC do Shopping Barra, de segunda a sexta das 12:00 às 17:30 e aos sábados das 08:00 às 12:30, ou atendimento no telefone (71) 3264-5955

Contato com Setores do TCA:

Arrecadação - arrecadacao@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4849/ 4850
Assessoria Artística - artistica@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4824
Assessoria de Comunicação - ascom@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4832/ 4833
Assinatura - assinat@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4865
Balé do TCA - btca@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4845/ 4846/ 4847
Bilheteria Principal - Tel. 3117-4899
Centro Técnico - ctec@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4875
Concha Acústica - concha@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4885/ 4886
Contratos - contratos@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4829/ 4830
Diretoria - diretor@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4816/ 4817
Documentação e Pesquisa - pesquisa@tca.ba.gov.br – Tel. 3117-4863/4864
Foyer - admfoyer@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4869
Gerência Administrativa - geraf@tca.ba.gov.br /
Gerência Técnica - gtecnica@tca.ba.gov.br / Tel.3117-4825
Memorial - memorial@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4861/ 4862
Multimeios - multimeios@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4859
Núcleo de Informática - informatica@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4887/ 4897
Núcleo de Produção - nucleoproducao@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4881/ 4882/ 4893
OSBA - osba@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4834/ 4835/ 4836/ 4842/ 4843
Ouvidoria - tca@ouvidoria.ba.gov.br / Tel. 3117-4822
Sala do Coro - saladocoro@tca.ba.gov.br / Tel. 3117-4883/ 4884
Visitação - Tel. 3117-4864


ATENÇÃO: O TCA NÃO DISPÕE DE ESTACIONAMENTO








fonte: http://www.tca.ba.gov.br
http://www.tca.ba.gov.br/01/index.html


domingo, 1 de novembro de 2009

cidade do saber exemplo cultural

O que é a Cidade do Saber
Inaugurada em 22 de março de 2007, a Cidade do Saber - programa social administrado pelo Instituto Professor Raimundo Pinheiro, uma entidade não governamental, certificada como organização social pelo município de Camaçari - tem a Prefeitura Municipal como mantenedor, através das secretarias de cultura e esporte. É reconhecido como o mais importante centro de conhecimento e inclusão social do estado da Bahia. Complexo integrado de educação, cultura, esporte e lazer tem se consolidado como o equipamento público mais importante do Município e já prestou atendimento a milhares de pessoas, entre crianças, jovens, adultos e idosos, em cursos e oficinas de arte e cultura; escolinhas esportivas; atividades de promoção à saúde; treinamento de equipes/atletas de rendimento; apresentações de espetáculos de dança, teatro, música; realização, nas suas instalações, de cursos, seminários, palestras, workshops e treinamentos, promovidos por terceiros.

A qualidade das instalações e a metodologia permitem um atendimento diário a mais de 4.000 jovens e adultos, contribuindo para uma melhor qualidade de vida da população. O equipamento preenche a lacuna dos temas e práticas contemporâneas da educação não-formal, da arte e entretenimento e vem revelando talentos locais, artísticos e esportivos. A Cidade do Saber recebeu dois importantes prêmios que consagram, em tão pouco tempo, a sua tecnologia inclusiva: Top Social Regional 2007 e o Top Social Nacional 2008, neste último caso, como a única instituição do norte/nordeste do país.

Sobre o Teatro

Em busca de um teatro que, literalmente, fosse o palco de discussão, de reflexões, de emoções, de entretenimento e de estímulo à cultura e a arte na cidade de Camaçari é que foi pensado e construído o Teatro da Cidade do Saber, o segundo maior, em capacidade, de todo o estado da Bahia, com a oferta de 568 lugares. Até a inauguração deste moderno equipamento cultural, o Município possuía um único teatro, que não apresentava condições de operacionalidade e nem ofertava qualquer tipo de conforto ao público, o que correspondia a pouca atratividade para os grupos de arte, artistas e para os espectadores. Então, desde o dia 22 de março de 2007, quando foi aberto à população, o Teatro Cidade do Saber vem - através de uma programação artística cultural diversificada, atraente e de qualidade - oferecendo arte, cultura e lazer para a comunidade camaçariense.

A demanda de público para o Teatro é bastante satisfatória, para tão pouco tempo de atividades e, também, a partir da realidade que Camaçari vivenciava com a ausência de espaços adequados para apresentações artísticas e da falta de fomento à produção teatral e ao desenvolvimento cultural do município (o que não favorecia a formação de platéia). Já ocorreram centenas de apresentações, de dezenas de diferentes espetáculos teatrais, de música e de dança entre eles VIXE MARIA DEUS E O DIABO NA BAHIA, Ó PAÍ Ó, ESSE GALUBER, O VÔO DA ASA BRANCA, A GEMA DO OVO DA EMA, RÁDIO BIRUTA, EKA MELEKA, O BALÉ DO TEATRO CASTRO ALVES, ORQUESTRA SINFÔNICA DA BAHIA, A BOFETADA, ESSE GLAUBER, R$ 1,99, O CASAMENTO SUSPEITOSO, ZÉU BRITO, POLICARPO QUARESMA, O SAPATO DO MEU TIO, O GRANDE CRIADOR (da portuguesa Cia. do Chapitô), os dois últimos citados espetáculos, como parte da programação do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC) e o público registrado já é superior à marca de 40 mil espectadores (ao final de 2008) e, vale ressaltar, muitas destas pessoas, que compõem esse número de acessos ao equipamento, nunca tinham ido a um espaço cultural desta natureza ou mesmo assistido a um espetáculo.

Hoje, o Teatro Cidade do Saber virou referência para a comunidade artística camaçariense; bem como para a de outros municípios, inclusive, Salvador, já que este equipamento público e cultural abriu mais um espaço para os artistas e produções do estado. Além da população de Camaçari, pessoas de outros municípios são, também, beneficiadas por esta ação, como, por exemplo, moradores de Dias D’Ávila e de Simões Filho; lugares próximos geograficamente e onde há divulgação dos espetáculos do Teatro.

fonte: http://www.cidadedosaber.org.br/wp/p-teatro/espacos-do-teatro/

CIDADE DO SABER - Instituto Professor Raimundo Pinheiro - CEP: 42.809-000 - www.cidadedosaber.org.br
RUA DO TELÉGRAFO - S/Nº - BAIRRO DO NATAL - CAMAÇARI - BAHIA - BRASIL - Tel. +55 71 3644 1631

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